Amor

Dia Nacional Do Amor

 

Olá princesas, hoje eu estou aqui para desejar a todas vocês um feliz dia do amor e falar um pouquinho sobre essa data tão linda.

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Tentei encontrar mais matérias relacionadas ao dia do amor, mas vi que poucos sites falam sobre isso, então resolvi falar um pouco aqui, pois essa matéria tem tudo a ver com o blog. Espero que vocês gostem!

Internacionalmente o dia do amor é celebrado no dia 14 de Fevereiro, este é o dia mais romântico do ano para muitos países, pois nesta data, festeja-se o dia dos namorados e da amizade e/ou o dia de São Valentim, um santo devotado a ideia do amor. Aqui no Brasil o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de Junho, mas recentemente descobri que temos mais uma data para celebrar o amor, que é hoje! 25 de Abril! Podemos celebrar o amor com todos que amamos e no dia 12 de junho celebramos o amor apenas entre casais. Adorei ter descoberto que agora temos mais uma data para festejar o sentimento mais lindo do mundo! A pouco tempo passei a comemorar o dia de São Valentim e a partir de hoje também vou comemorar o dia do amor além do dia dos namorados!

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A seguir citarei curiosidades sobre o amor.

Segundo o site Wikipedia…

Amor (do latim amore) é uma emoção ou sentimento que leva uma pessoa a desejar o bem a outra pessoa ou a uma coisa. O uso do vocábulo, contudo, lhe empresta outros tantos significados, quer comuns, quer conforme a ótica de apreciação, tal como nas religiões, na filosofia e nas ciências humanas. O amor possui um mecanismo biológico que é determinado pelo sistema límbico, centro das emoções, presente somente em mamíferos e talvez também nas aves – a tal ponto que Carl Sagan afirmou que o amor parece ser uma invenção dos mamíferos.

Para Erich Fromm, ao contrário da crença comum de que o amor é algo “fácil de ocorrer” ou espontâneo, ele deve ser aprendido; ao invés de um mero sentimento que acontece, é uma faculdade que deve ser estudada para que possa se desenvolver – pois é uma “arte”, tal como a própria vida. Ele diz: “se quisermos aprender como se ama, devemos proceder do mesmo modo por que agiríamos se quiséssemos aprender qualquer outra arte, seja a música, a pintura, a carpintaria, ou a arte da medicina ou da engenharia”. O sociólogo Anthony Giddensdiz que os mais notáveis estudos sobre a sexualidade, na quase totalidade feitos por homens, não trazem qualquer menção ao amor, revelando ambos os autores existir uma omissão científica sobre o tema.

A percepção, conceituação e idealização do objeto amado e do amor variam conforme as épocas, os costumes, a cultura. O amor é ponto central de algumas religiões, como nocristianismo onde a expressão Deus é amorintitula desde uma encíclica papal até em o nome de uma Igreja, no Brasil – derivadas da máxima de João Evangelista contida na suaprimeira epístola.

Embora seja corrente a máxima “o amor não se define, o amor se vive”, há várias definições para o amor como: a “dedicação absoluta de um ser a outro”, o “afeto ditado por laços de família”, o “sentimento terno ou ardente de uma pessoa por outra” e aqueles em que também se inclui a atração física, tornando-o aplicável também aos animais, um mero “capricho”, as aventuras amorosas, o sentimento transcendental e religioso de adoração, perpassando ao sinônimo de amizade, apego, carinho, etc. Diante desta gama variada de conceitos, os teóricos se dividem na possibilidade de uma conceituação única, que reúna aquelas tantas definições e representações do amor. Outros, como André Lázaro, afirmam que “não há dois amores iguais”. Já Leandro Konderdiz que o termo amor possui uma “elasticidade impressionante”. Erich Fromm, ainda, ressalta que “O amor é uma atividade, e não um afeto passivo; é um “erguimento” e não uma “queda”. De modo mais geral, o caráter ativo do amor pode ser descrito afirmando-se que o amor, antes de tudo, consiste em dar, e não em receber.”Como sentimento individual e personalíssimo, traz complexidade por envolver componentes emocionais, cognitivos, comportamentais que são difíceis – ou quase impossíveis – de separar e, no caso do amor romântico, também se insere os componentes eróticos.

O amor romântico, celebrado ao longo dos tempos como um dos mais avassaladores de todos os estados afetivos, serviu de inspiração para algumas das conquistas mais nobres da humanidade; tem o poder de despertar, estimular, perturbar e influenciar o comportamento do indivíduo. Dos mitos à psicologia, das artes às relações pessoais, da filosofia à religião, o amor é objeto das mais variadas abordagens, na compreensão de seu verdadeiro significado, cujos aspectos principais são retratados a seguir.
Na concepção vulgar o termo amor encontra variadas significações que devem ser abordadas em sentidos próprios e respectivos, definidos em sentimentos e ações que muitas vezes se fazem impróprios à definição do sentimento, mas que podem ter ou não implicações nas demais percepções, como na filosofia; assim, considera-se o amor como:

A atração física sexual, na relação entre indivíduos (como quando se diz “fazer amor”) Para designar as diversas relações interpessoais como a amizade, o amor entre pais e filhos, etc. O sentimento de apego a seres inanimados, que nada mais é senão o “desejo de posse” – como quando se diz “amor ao dinheiro”, ou “aos livros”, etc. Apreço a valores ideais (amor à justiça, ao bem, etc). Apreço por certas atividades ou formas de vida (como quando se diz do amor a uma profissão, ao jogo, à diversão, etc.) Sentimento de apreço ao coletivo: amor à pátria, a um partido político, etc. Amor ao próximo, amor a Deus.
A discussão filosófica sobre o tema tem início no questionamento da “natureza do amor”, levando-se em conta que o sentimento possua mesmo uma natureza (algo que sofre críticas, ao argumento de que o amor é algo irracional – como tal considerado por não poder receber descrições racionais ou de significado). Quando o termo não possui sinônimos no idioma, isto se resolve recorrendo-se aos termos gregos Eros, Philia e Ágape.

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Ágape

Ágape define o amor de Deus para com os homens, e dos homens para com Deus – sendo extensivo também para o amor fraternal a toda a humanidade; envolve elementos de eros e da philia, na medida em que procura por uma perfeição, uma paixão sem reciprocidade. Este conceito foi ampliado na percepção religiosa judaico-cristã, tal como está prescrito em Deuteronômio (6:5): “Amarás o Senhor teu Deus com todo o coração, e de toda a tua alma e com todas as tuas forças”.

Agostinho de Hipona é um elo entre as ideias platônicas de eros e o ágape, pois como nele tal amor envolve paixão, admiração e desejos, que estão além dos cuidados e obstáculos terrenos. Tomás de Aquino, por sua vez, prende-se a tradição aristotélica da amizade, definindo Deus como o ser mais racional e, por conseguinte, o mais merecedor de amor, respeito e consideração.

Embora o amor universalista de ágape confronte o parcialismo de Aristóteles, Aquino coloca que há sim parcialismo quando devemos ser tolerantes com tudo; Kierkegaard, porém, não admite parcialidade no conceito de ágape. O próprio filósofo grego, em sua concepção, disse que “Não se pode ser um amigo de muitas pessoas, no sentido de ter amizade do tipo perfeito com eles, assim como não se pode ser no amor com muitas pessoas ao mesmo tempo (porque o amor é uma espécie de excesso de sentimento, e é da natureza disto que apenas pode ser sentida em direção a uma pessoa) .”

Philia

Enquanto eros abarca desejo, a philia denota não somente amizade, mas a lealdade à família, à comunidade, ao trabalho, etc.Aristóteles (in: Ética a Nicômaco, Livro VIII) explica que é a ação que o agente pratica visando o bem de outro, ao invés de a si próprio; o filósofo exemplifica (in: Retórica, II 4) que “as coisas que fazem a amizade ser o que é: fazer gentilezas, fazê-las sem ser convidado, e não proclamar o fato de tê-las feito”.

Aristóteles relaciona coisas que a amizade não comporta, como as brigas, fofocas, personalidade agressiva ou injusta, etc. Assim,a pessoa que melhor será capaz de produzir uma amizade, e portanto o amor, é aquela de caráter bom e digno; o homem racional é o mais feliz e, portanto, é capaz de produzir a melhor forma de amizade que, contudo, é muito rara pois supõe uma amizade entre duas pessoas boas, “iguais em virtude”. O pensamento aristotélico reflete as amizades baseadas no prazer ou em algum negócio – ao cabo dos quais a amizade se dissolve, sendo portanto de uma menor qualidade; a forma mais elevada de amor, para este pensador, principia no amor a si mesmo pois, sem uma base egoísta, a pessoa não será capaz de estender simpatia e carinho aos demais. Não é algo voltado ao auto-prazer ou imediatista, mas sim fruto da busca pelo nobre e virtuoso; ele vai além, dizendo que um homem virtuoso merece ser amado pelos que lhe estão abaixo, mas não está obrigado a devolver um amor igual – criando assim um conceito elitista ou perfeccionista; a despeito disto, mister haja uma reciprocidade na amizade e no amor, não necessariamente igual (a exceção seria o amor dos pais, que podem envolver um carinho unilateral).

Eros

É comum referir-se a eros (do grego erasthai) como um amor apaixonado e muitas vezes como sinônimo do desejo sexual (do gregoerotikos). Mas em Platão este é o sentimento que procura o belo (Fedro, 249 E) que é algo que nunca será satisfeito até desaparecer – embora todos devamos almejar uma imagem além daquela que temos, contemplando a beleza em si.[18] Eros, assim, se relaciona com a busca da beleza ideal, da verdade; muitos são os que seguem a ideia platônica de que o amor erótico transcende ao desejo físico que, sendo comum aos animais, é inferior do que algo conduzido pela razão.

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Natureza do amor  

Além dos conceitos acima, a filosofia se ocupa de várias noções acerca da natureza do amor; assim, uma visão epistemológica do amor envolve a filosofia da linguagem e teorias das emoções: se for meramente uma condição emocional está no âmbito da inacessibilidade por outra pessoa, a não ser pela expressão em palavras; já os emotivistas ponderam que quando alguém afirma estar amando o enunciado independe de outras declarações: é um enunciado não proposicional, sua verdade está além de qualquer exame.

Se o amor não possui uma “natureza” que possa ser identificável, podemos contudo questionar se temos a capacidade intelectual para compreendê-lo: o amor pode ser parcialmente descrito, ou insinuado, numa exposição dialética ou analítica, mas nunca compreendido em si mesmo. Neste sentido o amor está na categoria de conceitos transcendentais, aos quais os mortais mal podem conceber em sua pureza, como dizia Platão; deste filósofo derivam ainda outros pensamentos, como aqueles que defendem o ponto de vista em que o amor pode ser compreendido por algumas pessoas, mas não por outras; novamente se hierarquiza o amor – enquanto uns, iniciados, artistas, filósofos, o compreendem na sua pureza, outros possuem apenas a percepção do amor de desejo físico.

Quem nada conhece, nada ama. Quem nada pode fazer, nada compreende, nada vale. Mas quem compreende, também ama, observa, vê… quanto mais conhecimento houver inerente numa coisa, tanto maior o amor. Paracelso, Século XVI

Os principais símbolos do amor são: a maçã, o coração e a flecha.

Dia do Amor

Bom é isso meninas, espero que tenham gostado do post, que vocês possam entender que o amor está acima de todas as coisas, porque Deus é amor!

Um beijo e até o próximo post!

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